terça-feira, 14 de junho de 2011

Práticas avaliativas?

Observando a figura acima, o que o professor está fazendo na cabeça do aluno? Porque o professor está com uma ferramenta? Comparando a figura com práticas avaliativas, que situação encontraríamos? Registre aqui e copie em seu diário de bordo.

Práticas avaliativas

De primeira mão a figura nos reporta a uma atividade mecânica, a um ajuste de peças de um como se um carro ou máquina. Comparar essa figura com uma atividade avaliativa seria uma situação em que o avaliador estaria verificando se ha algo a consertar. Numa avaliação do processo de aprendizagem essa figura não está conforme, ou melhor, adequada. A avaliação é algo dinâmico, e referindo-se a pessoas, então, é que exige uma postura de continuidade, de processo. Luckesi nos diz que avaliação um juízo de qualidade em vista de uma tomada de decisão. Contudo, essa tomada de decisão não como fim, mas como começo, como algo que deve orientar os processos seguintes, os passos seguintes. Às vezes perdemos essa consciência e nos mecanizamos apenas no valor, na nota, sem ver esse processo. Nessa situação perdemos todo o significado de avaliação.

Um comentário:

  1. Júlia,

    Como você mencionou, na imagem, há uma referência à educação bancária, na qual os conteúdos em estudo deve ser depositados na “cabeça” do estudante, de forma mecanicista, para que sejam decorados, memorizados e repassados para uma prova pelo estudante, sem levar em consideração que o educando é sujeito ativo do seu conhecimento, conforme Freire (1982).

    Referência:

    FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1982.


    Abraços,

    Ana Keyla.

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