A defesa de Paulo Freire pelo diálogo se faz notar com a defesa que ele faz do verdadeiro diálogo, quando não há verdadeiro diálogo, não há encontro, amorosidade e respeito.
Podemos sintetizar isso expondo que:
“O diálogo é este encontro dos homens, imediatizados pelo mundo, para
pronunciá-lo, não se esgotando, portanto, na relação eu-tu. Esta é a razão
por que não é possível o diálogo entre os que querem a pronúncia do mundo
e os que não querem; entre os que negam aos demais o direito de dizer a
palavra e os que se acham negados deste direito” (Freire, 2005, p. 91).
É verdade, Dimas, a troca de informações se estabelece por diálogos entre professor e estudante, então, respeitar e interagir com o estudante é indispensável para se ter um excelente êxito no processo de ensino-aprendizagem.
ResponderExcluirAbraços,
Ana Keyla.