quinta-feira, 30 de junho de 2011

desafio 1 eleanor e evaldo

Desafio 01
Que critérios podem ser elencados para avaliar uma atividade de fórum? Em grupo disponibilize esses critérios em portfólio de grupo.
Avaliação do Conteúdo e Comunicação
• Compartilhar o conhecimento entre os participantes, seja na forma de questionamento, dúvidas, contraposições, concordâncias e/ou aprofundamento;
• Coerência na apresentação e considerações;
• Iniciar um debate emitindo opinião e propondo um novo tema.
• Demonstração de compreensão do tema estudado;
• Condição de apropriação do conhecimento e autonomia na busca de novos conhecimentos.
• Trocar opiniões e debater temas propostos (”provocações”).
• Comentário próprio + concordâncias + discordâncias + complementos + novos questionamentos + exemplos da prática + sínteses
• Comentários e questões relevantes que contribuíram para o tópico da discussão, não deixando a discussão se desviar do foco principal
• Pensamento crítico, possibilitando, assim, aos participantes alcançarem melhores resultados do que quando estudam individualmente
• Acompanhar o andamento das discussões
• Clareza e objetividade na apresentação das considerações apresentadas;
• Capacidade de articulação e diálogo permanente com os demais participantes
• Capacidade de análise do conteúdo e síntese de idéias;
• Quando não concordou com as idéias de outros participantes, o aluno comentou sua discordância de forma educada?
• Expressa sua opinião e observações fazendo uma conexão com a discussão anterior, sua experiência pessoal ou conceitos do artigo lido?
• Polidez, cortesia considerações, compreensão empática, sinceridade, autenticidade e respeito às opiniões apresentadas.
• Troca de experiências, reflexões e sentimentos, fortalecem a interatividade, a troca de experiências, além de favorecer a aprendizagem colaborativa.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A Avaliação na EaD e os pilares da pedagogia freiriana

A avaliação é um momento difícil para o professor, assim como para o aluno, tento em vista que é através da avaliação que ambos conhecerão os “resultados” de seu empenho conjunto em proporcionar e alcançar o conhecimento.

De acordo com Libâneo (1991), a prática de avaliar, ao mesmo tempo que conflitiva, é essencial para o trabalho do docente. Devido a complexidade nela envolvida, a avaliação não pode ser definida como mera aplicação de provas/trabalhos para obtenção de notas, pois a mensuração daí resultante fornecerá apenas dados quantitativos, os quais não devem excluir uma análise qualitativa desse processo. Tal procedimento encontra-se claramente relacionado aos princípios da pedagogia freiriana - onde não é possível conceber o aluno como mero receptor de conhecimentos.

Deste modo, no que se refere à Educação a Distância, a prática dialógica deve estar pautada numa relação contínua entre aluno e professor, permitindo a abertura constante de canais de expressão e comunicação entre ambos - ao mesmo tempo em que estes canais servem para desconstruir a relação verticalizada da pedagogia tradicional e construir espaços de uma prática colaborativa e horizontal entre alunos e professores.

A avaliação deve ser entendida como algo essencialmente processual, principalmente quando se trata de pensá-la na modalidade a distância. Por esse motivo, não se pode restringir a avaliação a um momento, como se avaliar fosse o objetivo final da aprendizagem. Cabe observar que a avaliação deve ser contínua e permear todo o processo de elaboração de um determinado curso. Na EaD, o docente deve apropriar-se da noção de avaliação contínua, utilizando todos os recursos que a modalidade o permite, devendo a atividade avaliativa estar presente desde a elaboração dos objetivos, da estrutura e dos instrumentos que utilizará para avaliar.

Para Bloom (1988), a aprendizagem define-se em três grandes dimensões: cognitiva, afetiva e psicomotora. Pela aprendizagem ser assim caracterizada, ela não é algo passível de simples aferição, sendo a atividade de avaliar algo de extrema complexidade. De acordo com Bloom, é necessário formular de maneira clara os objetivos propostos aos alunos, a fim de que se possa “ligar” os objetivos à aprendizagem esperada. Somente mediante a definição desses objetivos e seu posterior alcance é que se pode partir para a possibilidade de aferir a efetividade da aprendizagem.

No que se refere à EaD, a concepção da proposta da avaliação como processo contínuo e mediador, coloca-se como uma noção mais apropriada, tendo em vista que esta possui sintonia com o contexto das novas tecnologias e diferentes modalidades de ensino. Ao mesmo tempo, tal concepção dota o processo de ensino-aprendizagem com os pilares ofertados pelo princípio freiriano de educação.



terça-feira, 28 de junho de 2011

Figura e as práticas avaliativas

A figura é bastante interessante e demonstra muita riqueza para se fazer uma reflexão.

Observando o professor:

- o interesse, a curiosidade em observar o que vai realizar e/ou realizou;
- ao abrir a mente e segurar, demonstra interesse pelo aluno;
- ao segurar a ferramenta apresenta que não somente a sua capacidade vai ajudar ao aluno, mas os meios (ferramenta), conduzirão para atingimento do objetivo.

Observando o aluno:

- parado esperando a ação do professor e/ou o resultado;
- parado aguardando o despertar para o conhecimento;
- parado demonstrando que o aluno aguarda a resposta e a interação que deve partir do professor.

Observando o professor e o aluno:

- os protagonistas da figura apresentam o momento de avaliação do conteúdo;
- a avaliação é vista somente de uma vertente, de forma tradicional, somente se o aluno reteve o aprendizado;
- a avaliação não foi de duas mãos, ocorreu somente em uma direção;
- a avaliação não levou em conta todo processo de aprendizagem, no caso, somente o resultado.

Evaldo Freire

terça-feira, 21 de junho de 2011

Comparando a figura com práticas avaliativas(aula 04, tópico 01)

Analisando a figura, no qual o professor está com uma ferramenta, olhando para dentro da cabeça do aluno, pode-se refletir os seguintes aspectos:
1) O professor intenciona identificar o conteúdo apreendido pelo aluno, durante o processo de ensino. No entanto, não se avalia a aprendizagem dessa forma, pois os conhecimentos adquiridos são avaliados de forma cognitiva, no qual o aluno manifesta por meio de atitudes, pensamento crítico, raciocínio lógico sua capacidade e seus conhecimentos.
2) O professor está com a ferramenta para adentrar no interior do cérebro do aluno, como se ele pudesse “ver” o que se passa nas teias de aprendizagem do cérebro, como se pudesse identificar o que aconteceu com a memória, com os neurônios, que impediram ou bloquearam a aprendizagem.
3) Destaca-se que a aprendizagem ocorre de forma dinâmica, em todos os momentos da vida da pessoa, no qual as experiências e os conhecimentos vão sendo registrados na memória.
4) Ressalta-se portanto, que, muitas vezes, essa realidade é percebida no contexto educacional, no qual as práticas avaliativas ocorrem, sem aprofundamento, no qual o professor busca avaliar o aluno,sem utilizar critérios qualitativos, que englobe a dimensão cognitiva e afetiva.
5) Convém salientar que as práticas avaliativas devem ter como base o processo de aprendizagem construído pelo aluno, considerando sua história, seu ritmo, seus valores. Enfim, para avaliar o aluno, o professor deve compreender o contexto de ensino, valorizando as dimensões afetivas, sociais e cognitivas. A avaliação deve ocorrer de forma processual e qualitativamente.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

OFÍCIO DO TUTOR A DISTÂNCIA E A FERRAMENTA CHAT

O Tutor no contexto do EaD pode representar um ponte que facilita o acesso do aluno a construção do conhecimento que essa nova estrutura de ensino pode proporcionar. Para fazer verdadeiramente o papel da via de acesso, o Tutor precisa dominar as ferramentas e elementos do ambiente virtual no qual ele está inserido, paralelo a isso é necessário que o este profissional da educação esteja preparado e fundamentado em bases concretas das teorias que fundamentam o desenvolvimento das disciplinas e, ainda, guiar-se pelas mais adequadas práticas pedagógicas.

Abordando-se especificamente a ferramenta Chat, suas contribuições dentro do contexto do EaD, podem-se destacar algumas vantagens tais como:
- Favorece a comunicação direta e imediata com os Tutores e alunos, dessa forma, viabiliza um feedback instantâneo e respostas a perguntas formuladas;
- Viabiliza a espontaneidade e uma maior aproximação dos participantes do curso;
- Pode simular um ambiente de sala de aula, diminuindo assim a desvantagem da distância e a sensação de isolamento.

Apesar das vantagens, a utilização do Chat nos cursos de EaD necessita ser devidamente planejada e avaliada a no contexto da disciplina e conteúdos que se pretende desenvolver a partir da utilização dessa ferramenta. Portanto, é necessário que inicialmente o Tutor avalie, a partir do objetivo pretendido, se a ferramenta irá viabilizar tais objetivos. Já é quase um consenso que no Chat é inviável a exposição de conteúdos e discussões que necessitem de maior embasamento teórico, essa ferramenta apresenta maior potencial para trazer elementos novos a discussões já iniciadas ou, ainda, esclarecer dúvidas a cerca de assuntos já contextualizados.

No planejamento da atividade Chat o Tutor deve montar um roteiro do que será debatido na sala, é importante digitar previamente possíveis textos que poderão ser utilizados durante a atividade (Temas, perguntas, breve definições etc.) para que no decorrer do chat se possa copiar e colar esses textos e, dessa forma, poder se concentrar mais no que os alunos estão escrevendo ao invés de ficar digitando. Definir número de participantes e horários, é aconselhável dividir a turma fazendo sessões com no máximo 10 participantes com duração de até 1 hora. As datas juntamente com os horários devem ser repassados com antecedência para os alunos.

É importante seguir algumas dicas que na prática já provaram que podem facilitar a tarefa da condução do Chat, contudo, o Tutor não só pode, como também deve estar atento, sensível e usando de criatividade para retirar o máximo de proveito que a ferramenta pode proporcionar, portanto, não existem receitas prontas, tudo pode ser adaptado e melhorado quando se busca a excelência.
   
 Fraterno abraço,
Severino Júnior   

domingo, 19 de junho de 2011

Autoavaliação de aprendizagem

de Portfólio

Auto-avaliação de aprendizagem

By Socorro Braun

A avaliação de aprendizagem deve ser um processo contínuo, descritivo, compreensivo que possibilite analisar até que ponto os objetivos de oportunizar uma atitude crítico-reflexiva frente à realidade concreta foram alcançados. Foi o que aconteceu comigo ao longo desses meses, pois tive a oportunidade de aprofundar meus conhecimentos sobre a EaD aprender outras possibilidades de ferramentas de aprendizagem no ambiente virtual de aprendizagem.

A auto-avaliação de aprendizagem faz parte do processo porque permite analisar a capacidade do aluno de se ver como um sujeito. Foi dessa forma que me vi, como um sujeito ativo do processo compartilhando com os colegas e tutora todo conteúdo de pesquisa e leitura que fazia sobre cada assunto ao longo desse tempo. Pude fazer uma reflexão crítica sobre minhas próprias experiências e compará-las com os colegas de sala.

Foi possível observar o comportamento de cada um dos colegas durante o curso e fazer uma comparação com meus alunos, verificando aqueles que efetivamente estavam interessados no aprendizado que este curso proporcionava e os caminhos de possibilidades que o aprendizado permitia e aqueles que estavam fazendo apenas por fazer.

Além disso, foi possível fazer uma comparação da nossa tutora e sua forma de conduzir e motivar todos os participantes e da minha própria atuação como tutora. Foi uma experiência que me proporcionou a tomada de consciência do que preciso melhorar e modificar para atuar na formação de alunos cada vez mais autônomos e críticos, conscientes de seu papel na sua própria vida e na sociedade.

Freire (1996) coloca que “o sujeito que se abre ao mundo e aos outros inaugura com seu gesto a relação dialógica em que se confirma como inquietação e curiosidade, como inconclusão em permanente movimento na História”. É esta busca, inquietação e curiosidade que a auto-avaliação pode proporcionar e foi este o sentimento que eu tive ao realizar este processo.

Referências

< http://www.abed.org.br/congresso2004>, acesso em 06/201.

<http://www.moodle.ufba.br/mod>, acesso em 06/2011;

< http://www.prodepa.gov.br/sbc2008/anais>, acesso em 06/2011.

PILARES DE PAULO FREIRE E A EAD

Amor – O amor que Paulo Freire nos fala é a reciprocidade entre docentes e discentes, dialogando e se respeitando buscando atingir conjuntamente os objetivos. Sempre procuro ter com os alunos uma relação de amizade e disponibilidade
Humildade – como o aprendizado é uma fonte inesgotável, a humildade é preponderante para que este conhecimento seja uma via de mão dupla. A relação que trabalho é de empatia.
Fé nos homens – Temos que crer nas pessoas, de que elas são capazes de desenvolverem suas atividades. Técnicas motivacionais são imprescindíveis para elevar a autoestima do aluno através de um diálogo consistente.
Esperança – Não nos acomodarmos diante de uma situação que consideramos perdidas, trabalhar somente com o que está dando certo é cômodo. Portanto, a busca de soluções diante de situações críticas é ter a esperança de que tudo vai dar certo.  Jamais cruzar os braços
Pensar crítico – o simples repasse de conteúdos é uma prática a ser abolida, devemos, pois estimular o pensar crítico, instigando-os a cada momento, dialogando sempre para facilitar a prática
(postagem referente a Aula 03)

O OFÍCIO DO TUTOR E O CHAT EM EAD

O ofício do tutor da Educação a Distância passa por vários desafios, haja vista as múltiplas funções que exerce. É ele quem acompanha todo o processo a distância, esclarecendo dúvidas, indicando caminhos para o alcance de objetivos, avaliando os alunos. É um mediador no momento dos chats e outras ferramentas disponíveis na EaD.
Analiso a ferramenta chat “o bate papo”, como sugere o nome, num espaço de descontração para que os alunos possam sentir-se mais próximos e debater alguns assuntos sem aprofundamento, haja vista que a dinâmica, apesar do reduzido número de aluno, é muito grande e não dá tempo de assimilar o que um colega diz rapidamente. Dessa forma, como ficou evidenciado em nosso chat, serviu mais para aproximar e descontrair sendo os conteúdos abordados superficialmente.

(Postagem referente a Aula 03)

sábado, 18 de junho de 2011

PRÁTICAS AVALIATIVAS

A ilustração sugere que o professor está analisando a cabeça do aluno para torná-la uma mente domada e absorver somente o que interessa ao docente e, de posse das ferramentas que ele está na posse, realizar mudanças de acordo com as suas concepções
Fazendo um comparativo das práticas avaliativas, dentro contexto da ilustração, encontramos uma avaliação retrógrada que não privilegia esta como elementos integrantes da prática pedagógica juntamente com o ensino e aprendizagem, visto que essas não são neutras ou isoladas, ou seja, o professor da figura procura avaliar o aluno somente pela nota obtida na prova, descartando a participação do aluno no processo ensino-aprendizagem, impedindo-o de ser gerenciador de suas ações

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Figura do aluno

Observando a figura a gente pode concluir que o professor esta mudando a cabeça do aluno, ou poderíamos dizer também que esta consertando a cabeça do aluno, ou será que ele esta construindo a cabeça do aluno. São várias reflexões que podemos tirar desta figura, porém uma coisa é certa a cabeça do aluno jamais será a mesma após esta intervenção. Como dizia Albert Einstein “A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”.

Fazendo uma comparação com as práticas avaliativas o professor esta procurando o que ficou, na cabeça do aluno, do ensino ministrado ou seja fazendo uma avaliação aos moldes antigos do que ficou como aprendizado.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O CHAT

O chat é uma ferramenta que pode ser muito útil ou atrapalhar bastante uma disciplina. Durante o chat da aula 3, coloquei que o mais importante em um chat é o planejamento. Só assim, poderemos obter o máximo dessa ferramenta. Nas disciplinas em que atuo como tutora, tento marcar já durante os primeiros encontros presenciais os dias e horários das sessões de chat. Também já apresento aos alunos e disponibilizo no Solar, o roteiro de perguntas que será discutido durante o chat. Isso evita contratempos. A avaliação de um chat pode ser um pouco complicada, mas também procuro deixar claro nos presenciais que durante a sessão serão avaliados três aspectos básicos: pontualidade, interação e conteúdo. Para finalizar, acredito que devemos utilizar o chat sabiamente, pois nem toda hora é hora utilizar essa ferramenta. Utilizar o bom-senso para perceber essas nuances é essencial.

Pilares de Paulo Freire

Amor – por princípio, ensinar é amar;

Humildade – o EaD possibilita o contato com realidades diversas e um entendimento maior das diferenças;

Fé nos homens – como tutora, o EaD me permitiu entrar em contato com pessoas que aumentaram a minha crença na humanidade;

Esperaça – o EaD permite que um maior número de pessoas tenha acesso ao ensino superior, possibilitando um maior crescimento intelectual, econômico e pessoal;

Pensar crítico – o EaD proporciona aos seus participantes o desenvolvimento de um pensamento crítico.

Relação professor-aluno tradicional x Relação professor-aluno EaD

Percebo nesse figura a relação professor - aluno descrita na pedagogia tradicional. Nesse modelo, o aluno um receptáculo vazio que deve ser preechido com o conhecimento que apenas o professor detém. O professor é, então, a figura principal do processo. Como na figura, o professor deve "controlar" a mente dos alunos e colocar lá dentro o que ele achar necessário. Infelzimente, essa visão da relação de ensino - aprendizagem ainda continua sendo muito utilizada e, por isso, se torna um dos principais impeçilhos ao EaD. Como essa modalidade exige um maior protagonismo do aluno, a situação vista na figura não é adequada nesses casos.

terça-feira, 14 de junho de 2011

o professor e o aluno

A figura do professor com o aluno representa a concepção educacional bancária, abre a cabeça do aluno para transferir os conhecimentos.
Este professor não motiva, não interage e não mantém contato direto com o aluno.

Ao administrar o feed back com o aluno, o tutor mantém contato direto com este, mediando a aprendizagem.

Ao interagir com o participante, usando ferramentas de comunicação da internet possibilitará a convergencia de ideias.

Desta forma a avaliação fica bem mais fácil, uma vez que o acompanhamento é feito dia a dia.

A relação entre o aluno e o professor - um processo de troca de conhecimento





O professor está estabelecendo um contato com o aluno, conhecendo suas necessidades e como pode fazer para passar o conteúdo. A ferramenta simboliza os instrumentos que o professor irá utilizar para chegar ao aluno. Encontramos a situação onde o professor estabelece o diálogo com o aluno, estabelecendo a empatia necessária para cativar o aluno e assim buscando a melhor forma de passar o conhecimento que ele detém.

Práticas avaliativas?

Observando a figura acima, o que o professor está fazendo na cabeça do aluno? Porque o professor está com uma ferramenta? Comparando a figura com práticas avaliativas, que situação encontraríamos? Registre aqui e copie em seu diário de bordo.

Práticas avaliativas

De primeira mão a figura nos reporta a uma atividade mecânica, a um ajuste de peças de um como se um carro ou máquina. Comparar essa figura com uma atividade avaliativa seria uma situação em que o avaliador estaria verificando se ha algo a consertar. Numa avaliação do processo de aprendizagem essa figura não está conforme, ou melhor, adequada. A avaliação é algo dinâmico, e referindo-se a pessoas, então, é que exige uma postura de continuidade, de processo. Luckesi nos diz que avaliação um juízo de qualidade em vista de uma tomada de decisão. Contudo, essa tomada de decisão não como fim, mas como começo, como algo que deve orientar os processos seguintes, os passos seguintes. Às vezes perdemos essa consciência e nos mecanizamos apenas no valor, na nota, sem ver esse processo. Nessa situação perdemos todo o significado de avaliação.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O CHAT

O chat pode ser utilizado para discutir um determinado assunto, explorar um texto, tirar dúvidas etc.

No caso do chat ser utilizado para a discussão de um texto as seguintes ações são necessárias:

A data (ou datas alternativas) em que ocorrerá o chat deverá ser previamente agendada. O tutor deve convidar os alunos por meio de mensagens.

O tutor deve esclarecer aos alunos as regras de convivência no momento do chat.

Os alunos devem ser informados sobre o tema a ser discutido, se for o caso, informar o texto a ser lido por todos.

O tutor deve elaborar uma sequencia de perguntas a serem respondidas/discutidas. Contudo, deve ser flexível, mas deve ter cuidado para que os alunos não fujam do tema.

O tutor deve ser polido, saudar os alunos no início do chat, perceber o momento de falar para toda a turma ou para um aluno individualmente, agradecer pela presença, enfim tratar todos os participantes com afeto e respeito.

A primeira turma do curso de Administração Semipresencial da UFC está em seu último semestre, sendo, portanto, formada de alunos prováveis concludentes. Entre as atividades deste último semestre está o desenvolvimento das monografias. Esta é uma experiência pioneira, em nossa Universidade, qual seja: orientação de monografias a distancia em cursos de graduação.

Observando o texto “Dialogicidade em práticas interativas da área de exatas”, percebo que:

O exercício do AMOR ao trabalho diminuiria a distancia entre professores-tutores/orientadores e alunos/orientandos, permitindo que os alunos se sentissem amparados, protegidos.

O exercício da HUMILDADE ajudaria o aluno a perceber que o professor é falível e, portanto o tornaria muito mais próximo deste.

A demonstraria o quanto o professor acredita no trabalho do aluno, bem como o quanto o aluno deve acreditar que é possível para ter motivação para prosseguir.

A ESPERANÇA é um sentimento que poderia levar os alunos a discutirem seus trabalhos em grupo, sendo que um aluno sempre poderia ajudar o outro.

O PENSAR CRÍTICO permite que todos estes sentimentos de generosidade não percam de vista o rigor científico e crítico diante da realidade.

“O diálogo é, portanto, o caminho que aproxima professores e estudantes em qualquer que seja o cenário educacional [...] é o diálogo que possibilita o conhecimento do mundo, da natureza e do social. É nas relações dialógicas que os indivíduos desenvolvem suas ideias, sua visão de mundo, contrapondo suas concepções pessoais com as de seus semelhantes”.

Penso que se alunos e professores-tutores utilizarem os cinco pressupostos básicos de Paulo Freire a árdua tarefa de fazer o TCC tornar-se-ia muito mais amena.